O nosso sossego.
Tão precioso e tão fugaz.
Não é a morte que nos rouba o sossego,
mas é a vida que o rouba de nós.
É no cotidiano, no inesperado, no impensável,
que a vida é perturbadora.
Porque é o tudo, e é o nada, um mesmo de dupla face.
Amaldiçoar a morte não redime a vida do que esta nos trai e nos atrai.
José Luiz de Carvalho
APAE/LAVRAS
Abril.2004
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