Muitas são as festas em que o melhor delas acaba sendo a véspera.
Outras, nem isto.
Mas, algumas são especiais, memoráveis, deixam marca.
Assim, vejo a nossa festa de sábado, dia 26. Uma festa memorável, sem defeito, e de profundo efeito.
Uma festa onde o formal e o informal tiveram seu momento e lugar, a ordem e a descontração, o riso e a seriedade, os opostos se entenderam muito bem.
Esta é a grande lição que a festa nos traz, os opostos são possíveis, e necessários.
Somos sérios e divertidos, sóbrios e bêbados, corajosos e medrosos, mal-casados e bem amados, perfilados e dançarinos, espertos e ingênuos, somos um pouco de tudo isto. Que alívio!
Portanto, agradeço aqueles que organizaram a festa e aos que dela participaram, e estão todos convidados para a próxima. Principalmente os que ficaram de longe.
Que não a percam. Perder festa é perder vida.
Portanto, fica aqui uma sugestão. Não esperem que alguém, um certo alguém, marque e organize uma festa, em alguma data especial.
Festa não precisa de data.
É preciso apenas que alguém faça o convite.
José Luiz de Carvalho
APAE/Lavras
28.Junho.l999
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