Para ter o melhor de si (e para nós mesmos, primeiramente), é necessário antes encontrar-se com o que há de pior dentro de nós mesmos, não para exibir em praça pública, o que causa assombro mas é apenas patético, e nem para guardar mais ainda o já escondido, o que seria um desperdício, mas para fazer dos demônios que nos habitam, mensageiros da ousadia.
José Luiz de Carvalho
APAE/LAVRAS
19.Nov.2001
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